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China rejeita limitar venda de têxteis ao País

Diante da crise e da queda nas exportações, a China rejeita um acordo para limitar as vendas de produtos têxteis para o Brasil. O governo brasileiro admite que investigações de dumping e eventuais salvaguardas já estão em andamento, para ver se será o caso de elevar novas barreiras contra os produtos chineses. Em 2005, o governo chinês fechou um entendimento com o Brasil, limitando o crescimento das exportações ao mercado nacional e criando cotas. Em contrapartida, o Brasil evitaria criar barreiras. Entre 2003 e 2005, as exportações chinesas de produtos têxteis para o mercado brasileiro dobraram. Porém, o acordo venceu no fim do ano passado. O Itamaraty chegou a enviar negociadores para a avaliar a situação e propor novo acordo. Mas os chineses não aceitaram. Segundo Carlos Marcio Cozendey, diretor do Departamento Econômico do Itamaraty, investigações de dumping já estão ocorrendo no Brasil. Mas há pelo menos dois fatores que podem amenizar a entrada dos produtos no País. Um deles é a queda nas exportações chinesas em geral. Em fevereiro, a redução dos embarques da China a todo o mundo foi de 25%. Outro fator é a desvalorização do real, que também teria contribuído para frear as importações do setor. De todas as formas, o governo avalia ainda a situação. O problema é que o setor têxtil brasileiro também vive uma queda das exportações. Só em janeiro, a redução nas vendas para o exterior foi de 33,5%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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