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Chinesas respondem por menos de 1% das vendas

Primeira fábrica de um grupo chinês no Brasil, a Chery será inaugurada em agosto em Jacareí,no interior de São Paulo

O Estado de S.Paulo

21 de julho de 2014 | 02h02

A primeira fábrica de veículos chineses no Brasil será inaugurada no dia 28 de agosto, com um ano de atraso em relação ao cronograma inicial.

A subsidiária da Chery em Jacareí, interior de São Paulo, terá capacidade inicial para produzir 50 mil automóveis ao ano, mas o plano é triplicar esse volume no futuro.

No mês passado, o grupo já havia iniciado a produção para testes de componentes do Celer, o primeiro automóvel que a marca fará no País.

A chegada das chinesas ocorre num momento em que o mercado automotivo brasileiro está perto de uma crise, com vendas e produção em queda e fábricas dando férias coletivas e suspendendo contratos de trabalhadores.

A previsão da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é de que o setor vai encerrar o ano com queda de 5% nas vendas, para 3,56 milhões de unidades, e de 10% na produção, para 3,34 milhões de veículos.

Participação. Em 2010 e 2011, quando as duas maiores marcas que atuam no País, Chery e JAC Motors iniciaram a importação de seus veículos, a previsão era de que, em cinco anos, as chinesas responderiam por no mínimo 5% das vendas locais de automóveis e comerciais leves.

No primeiro semestre deste ano, as vendas das duas marcas e de outras chinesas como Lifan, Hafei e Changan, no entanto, somam pouco mais de 12 mil unidades, menos de 1% do mercado total.

A trajetória positiva das marcas chinesas foi interrompida pela decisão do governo, no fim de 2011, de taxar as importações de veículos de fora do Mercosul e do México com 30 pontos porcentuais extras de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)./ C.S.

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