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Chrysler se reúne com força-tarefa do governo Obama

Há uma semana, a fabricante de automóveis pediu mais US$ 5 bi em ajuda do governo dos EUA

André Lachini, da Agência Estado,

25 de fevereiro de 2009 | 18h48

Os mais graduados executivos da Chrysler LLC estão reunidos nesta quarta-feira com a força-tarefa que o presidente norte-americano Barack Obama montou para lidar com a crise na indústria automotiva, cerca de uma semana após a fabricante de automóveis ter pedido mais US$ 5 bilhões em ajuda do governo dos EUA.   Veja também: Reino Unido tem a maior retração desde 1980 Tombo nas exportações gera queda recorde no PIB da Alemanha Exportações do Japão despencam 45,7% em janeiro As medidas do emprego De olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise  Lições de 29 Como o mundo reage à crise       O dirigente da Chrysler, Bob Nardelli; o vice dirigente Tom LaSorda; e o chefe financeiro Ron Kolka estão entre os executivos da empresa que participam do encontro, de acordo com uma fonte familiarizada com o assunto. Os executivos da General Motors Corp. deverão se encontrar com a força-tarefa na quinta-feira.   Um porta-voz da Chrysler não quis comentar a reunião, segundo informou o jornal The Wall Street Journal. A montadora recebeu US$ 4 bilhões em empréstimos do governo federal em dezembro, através do Departamento do Tesouro, e apresentou seu plano de reestruturação a funcionários do Tesouro em 17 de fevereiro. No plano, a empresa anunciou seu projeto de reestruturação e pediu adicionais US$ 5 bilhões. Segundo a empresa, a soma é necessária para evitar a falência.   A GM está em situação semelhante à Chrysler. A montadora recebeu US$ 13,4 bilhões em empréstimos do governo em dezembro, mas disse que precisa de mais US$ 16,6 bilhões para sobreviver.   Além do encontro dos executivos com a força-tarefa, a GM divulgará seus resultados do quatro trimestre de 2008 na quinta-feira. As informações são da Dow Jones.

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