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Chuvas definem preço de energia

No mercado de energia, por questão de engenharia, tudo o que é gerado é consumido. Para fechar a conta financeira desta operação foi criada uma espécie de central, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, que ajusta as contas entre geradores, distribuidoras (onde estão as residências), consumidores livres e comercializadoras. Todo mês, as diferenças de contratos, aquilo que faltou ou sobrou, é acertado com base no Preço da Liquidação das Diferenças (PLD), como se fosse um mercado à vista da bolsa. Esse PLD é calculado por uma fórmula que, entre outros, leva em conta o volume de chuvas. Quanto menos chuva, mais cara a energia. E quem mais tem energia sobrando, mais ganha. Mas também fica exposto à inadimplência, que é rateada entre todos os ganhadores.

O Estado de S.Paulo

31 de março de 2014 | 02h03

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