Círculo vicioso na zona do euro

Apesar de o caso da Grécia ser o mais grave, ele é um indicativo dos problemas que têm afetado outros países da zona do euro na última década, como altos déficits e crises imobiliárias. Com a crise, ficou muito mais difícil pagar esses déficits. E os altos níveis salariais desses países os deixa sem competitividade perante outros países. E, por estarem na zona do euro, não têm a opção de desvalorizar sua moeda para deixar suas exportações mais competitivas.

O Estado de S.Paulo

27 de julho de 2012 | 03h10

Esses países estão, agora, tendo de levar adiante cortes de gastos dolorosos e aumento de impostos para pôr as contas em dia. Mas medidas desse tipo acabaram por empurrar os países a uma recessão e, em consequência, a uma diminuição da receita obtida com impostos.

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