Cirque du Soleil tem novos donos

Objetivo agora é avançar no mercado chinês

O Estado de S.Paulo

21 de abril de 2015 | 02h03

O Cirque du Soleil, uma das maiores companhias de entretenimento do mundo, foi vendido para um grupo de investidores liderado pela gestora norte-americana TPG, com participação do fundo chinês Fosun Capital. O valor do negócio não foi divulgado, mas estima-se no mercado que transação tenha ficado em torno de US$ 1,5 bilhão.

Dono de uma fatia de 90% na empresa canadense, o fundador do Cirque du Soleil, Guy Laliberté, vai manter uma participação minoritária e atuar como consultor criativo da empresa de circos.

Apesar de os termos do negócio não terem sido divulgados, a imprensa canadense noticiou que a TPG, que também investiu na startup de caronas Uber, comprou uma participação de 60% da empresa. A Fosun Capital fica com 20%. E o governo do Quebéc, por meio de seu braço de investimentos Caisse de Depot et Placement, ficou com 10% da empresa circense criada em 1984 por Laliberté. De acordo com o comunicado divulgado ontem, os novos proprietários pretendem expandir o Cirque du Soleil na China.

A venda, que vinha sendo negociada há alguns meses, está sendo tratada como o fim de uma era, já que o controle da empresa deixará as mãos de uma família de artistas circenses para um grupo de investidores financeiros. Quando fundou a companhia em 1984, Laliberté era cuspidor de fogo. / Agências Intenacionais

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