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CMN mantém suspensão de rodízio de auditorias em bancos

O Conselho Monetário Nacional (CMN) prorrogou por mais um ano a suspensão da obrigatoriedade das instituições financeiras realizarem rodízio de auditores independentes a cada cinco anos. A suspensão ocorreu em dezembro de 2005 e voltaria a funcionar a partir do próximo ano. No entanto, segundo o diretor de Normas do Banco Central, Alexandre Tombini, os estudos não foram concluídos e por isso o prazo está sendo prorrogado até 31 de dezembro de 2008.Segundo ele, o sistema de rodízio foi criado em 1996, mas em razão do número pequeno de empresas de auditoria com presença internacional, o Banco Central decidiu fazer estudos para aprimorar a medida.De acordo com Tombini, atualmente há apenas quatro ou cinco empresas de auditoria nessa situação, o que torna a eficácia do rodízio menor. Ele disse que na discussão está a possibilidade de aumentar o prazo de cinco anos ou de possibilitar rodízio de auditores ou equipes. Ele afirmou ainda que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) também contratou um estudo sobre o assunto e deve ter o resultado preliminar em março de 2008.

RENATA VERÍSSIMO E ADRIANA FERNANDES, Agencia Estado

25 de outubro de 2007 | 14h38

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