CNI: Comércio Brasil-China cresceu 10 vezes desde 2004

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, afirmou há pouco que a corrente de comércio entre Brasil e China cresceu 10 vezes na última década, atingindo US$ 83 bilhões. "O Brasil ocupa o terceiro lugar no ranking dos países ocidentais que negociam com chineses", destacou Andrade, que fez nesta manhã a abertura Seminário Brasil-China, na sede da entidade, em Brasília. O encontro, realizado no âmbito da visita de Estado do presidente da China Xi Jinping ao Brasil, marca os 40 anos de parceria entre os dois países.

RICARDO DELLA COLETTA, Agência Estado

16 de julho de 2014 | 11h53

Andrade disse ainda que a China é o sexto maior destino de investimentos das multinacionais brasileiras, que naquele país estão focadas em setores intensivos em tecnologia.

Sobre os aportes estrangeiros no Brasil, Andrade ressaltou que os chineses têm interesse nos mercados financeiro e consumidor do País, além de obras de infraestrutura. "Desde 2010, 70 bilhões de dólares de investimentos chineses foram anunciados para o Brasil e 10 bilhões de dólares já foram efetivamente aplicados", disse.

Já o embaixador Sergio Amaral, presidente do Conselho Empresarial Brasil-China, argumentou que a China tem diversificado seus investimentos no País. No início mais focados em commodities, os chineses agora buscam o mercado consumidor nacional, citando a presença de três montadoras de automóveis daquele país no Brasil. "E estão se ampliando para novas áreas, como serviços, principalmente financeiros", disse.

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