CNI é contra imposto de exportação para regular abastecimento

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) é contra a criação de imposto de exportação para alguns setores como forma de regular o abastecimento do mercado interno, afirmou hoje à Agência Estado o presidente da entidade, deputado federal Armando Monteiro Neto (PMDB-PE). A CNI defende a negociação dentro das cadeias produtivas e outro tipo de regulação, como a importação isenta ou com tarifas mais baixas.O imposto de exportação é defendido pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, para setores como siderurgia, petroquímica e celulose. "A CNI é contra o imposto, que é um sinal invertido. Se o que se quer é aumentar as exportações, não se pode criar um imposto desses. Defendo que se estabeleça dentro da cadeia produtiva uma negociação, um entendimento", afirmou Monteiro.Ele citou o exemplo da siderurgia, um dos setores que podem ser taxados. "A indústria siderúrgica precisa se comprometer com o mercado interno. Se ela tem hoje essa condição toda de exportar, deve ao mercado interno que a fortaleceu por muito tempo", disse.A Confederação Nacional da Indústria (CNI) é contra a criação de imposto de exportação para alguns setores como forma de regular o abastecimento do mercado interno, afirmou hoje à Agência Estado o presidente da entidade, deputado federal Armando Monteiro Neto (PMDB-PE). A CNI defende a negociação dentro das cadeias produtivas e outro tipo de regulação, como a importação isenta ou com tarifas mais baixas.O imposto de exportação é defendido pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, para setores como siderurgia, petroquímica e celulose. "A CNI é contra o imposto, que é um sinal invertido. Se o que se quer é aumentar as exportações, não se pode criar um imposto desses. Defendo que se estabeleça dentro da cadeia produtiva uma negociação, um entendimento", afirmou Monteiro.Ele citou o exemplo da siderurgia, um dos setores que podem ser taxados. "A indústria siderúrgica precisa se comprometer com o mercado interno. Se ela tem hoje essa condição toda de exportar, deve ao mercado interno que a fortaleceu por muito tempo", disse.

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