CNI espera que novo superávit traga menor rigor com juros

A decisão do governo de elevar a meta de superávit primário de 4,25% do PIB para 4,5% do PIB vai permitir maior flexibilidade na política de juros, avaliou hoje o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro. "Vamos poder não apertar tanto a política monetária", disse. Ele elogiou também o fato de a economia adicional não afetar os investimentos previstos em 2004 e manter sob controle a relação dívida/PIB. "É um bom sinal, tanto que o risco-país tende a cair mais", avaliou.

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