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CNI investirá R$ 1,9 bi para ampliar atuação do Senai

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) confirmou nesta segunda-feira que investirá R$ 1,9 bilhão para ampliar a atuação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) em inovação tecnológica e educação profissional para a indústria. O investimento será feito com financiamento de R$ 1,5 bilhão aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no fim de fevereiro e R$ 400 milhões de recursos próprios da CNI.

MARCELO PORTELA, Agencia Estado

23 de abril de 2012 | 18h52

O investimento faz parte do Programa de Apoio à Competitividade da Indústria Brasileira e, segundo o presidente da CNI, Robson Andrade, será destinado à compra de 81 unidades móveis para o Senai, sendo que 50 devem começar a operar ainda em 2012. Também estão previstas, até 2014, a construção de 53 novos centros de formação profissional, reforma em 250 escolas e instalação de 23 institutos de inovação e 38 institutos de tecnologia.

Andrade ressaltou que o objetivo do investimento é alcançar, em 2014, 4 milhões de matrículas (foram 2,5 milhões no ano passado), para aumentar a competitividade da indústria brasileira frente ao mercado externo e a produtos importados vendidos no Brasil. Para enfrentar o "desafio", segundo o industrial, é preciso capacitar mão de obra e desenvolver e incorporar tecnologia à produção do País.

"Com a ampliação da estrutura, o Senai ajudará a indústria brasileira a enfrentar o acirramento da concorrência externa. Queremos que as nossas empresas tenham o patamar de competitividade condizente com o tamanho da economia do Brasil", disse Andrade, durante anúncio do investimento que será feito no Senai em Minas Gerais.

No Estado, a entidade receberá aporte de R$ 260 milhões para investir em sete centros de formação profissional, três institutos de tecnologia, três de inovação - construção de um novo e ampliação dos dois já existentes - e quatro unidades móveis. "Aplicamos recursos para efetivamente criar oportunidades para mudar a indústria", salientou o presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais, Olavo Machado.

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