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CNI: Selic de dois dígitos inibe investimentos

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia que a alta de 0,5 ponto porcentual determinada nesta quarta, 27, pelo Comitê de Política Monetária (Copom) para a Selic "indica que ainda não se encerrou o ciclo do aumento da taxa básica de juros, cujos efeitos na redução da inflação são defasados". Em nota, a confederação afirma que o retorno à taxa básica de juros de dois dígitos, depois de 20 meses, é negativo, pois esse novo patamar inibirá a expansão dos investimentos privados.

AE, Agencia Estado

27 de novembro de 2013 | 21h57

A CNI avalia que os reflexos da elevação dos juros sobre o comportamento da inflação são defasados, ocorrendo somente no início de 2014. Reconhece, contudo, que o Copom deve continuar monitorando o processo inflacionário. "A desaceleração nos preços dos alimentos tem fatores sazonais. Eventuais choques de oferta podem reverter essa trajetória. Além disso, o fim do efeito das desonerações realizadas em 2013 sobre os índices tende a pressionar os preços administrados", destaca a entidade.

A confederação propõe que uma eventual retomada da inflação deva ser combatida, sobretudo, com a utilização da política fiscal, a partir da contenção dos gastos públicos correntes.

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