CNJ adia decisão sobre depósito judicial em bancos

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) adiou o julgamento que envolve o Banco do Brasil (BB) e o Bradesco, que disputam o direito de administrar os depósitos judiciais que tramitam nos tribunais de Justiça do Rio de Janeiro e de Minas Gerais.Até a interrupção do julgamento, sete conselheiros votaram em prol da tese do BB, de que apenas bancos oficiais podem receber os depósitos judiciais. Outros três ministros votaram a favor do Bradesco, mantendo, portanto, o resultado das licitações feitas no ano passado com a vitória do banco privado.O conselheiro Cezar Asfor Rocha, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), pediu vista do caso. Além dele, precisam votar outros três conselheiros. O advogado do Bradesco, Sérgio Bermudes, admite que dificilmente o resultado será favorável ao banco. Mas já adiantou que deve recorrer ao CNJ ou diretamente ao Supremo Tribunal Federal (STF).

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