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Coca-Cola é acusada de abusos trabalhistas na China

Em relatório, sete estudantes relatam experiência de um mês de trabalho nas fábricas da empresa

Efe,

16 de dezembro de 2008 | 12h57

A Coca-Cola está sendo investigada após uma denúncia de "sérias infrações" dos direitos de seus trabalhadores na China, publicou nesta terça-feira, 16, o jornal oficial China Daily. Um relatório elaborado por sete estudantes universitários, após um mês de participação na companhia, acusou a Coca-Cola de explorar seus funcionários no gigante asiático. "Estes trabalhadores desenvolvem o trabalho mais perigoso, intenso e exaustivo. Produzem longas jornadas, mas recebem o salário mais baixo e enfrentam cortes em seus pagamentos", assinala o documento. Os estudantes asseguram que recolheram a informação entre os meses de julho e agosto deste ano, enquanto estavam trabalhando nas fábricas de engarrafamento de Cantão, Dongguan e Huizhou (sul), e nos distribuidores de Cantão e Xangai. O documento pede que a multinacional americana "se desculpe com o povo chinês e com seus trabalhadores". A Coca-Cola negou as acusações e lembrou que os elaboradores do relatório nunca se dirigiram diretamente à empresa, por isso sua pesquisa "pode não ser completa". Em comunicado emitido na segunda à noite, a Coca-Cola China afirmou que a companhia não apenas "cumpre estritamente as leis e regulações trabalhistas", mas também "tem estritos princípios" que guiam seu trabalho.

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