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Com 3G, a transmissão de dados fica mais rápida

A terceira geração da telefonia celular (3G) está presente na Europa e na Ásia. A principal diferença em relação à anterior, chamada de 2,5 G, é a velocidade maior de comunicação de dados, que permite serviços como videochamadas e recepção de vídeo em tempo real e com qualidade. A tecnologia traz a banda larga para o celular, possibilitando uma experiência de internet parecida com a que existe nos computadores. Por ter mais capacidade de transmissão de dados, o 3G traz uma redução nos preços. O sistema CDMA EV-DO, usado pela Vivo, também é considerado 3G, tecnicamente, mas se trata de uma tecnologia diferente e que não é compatível com o 3G europeu, chamado W-CDMA.A geração 2,5 G, oferecida por todas as operadoras, permite comunicação de dados com velocidade menor que o 3G. A segunda geração (2G) marcou a passagem do celular analógico para o digital. No Brasil, as primeira tecnologias adotadas foram o CDMA e o TDMA, que são americanas. O GSM, europeu, foi trazido ao País depois das duas outras alternativas, mas acabou se tornando o sistema dominante, por causa das freqüências oferecidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a ampliar a concorrência, que só comportavam o GSM, e da grande escala mundial, que permitia preços menores de aparelhos e um grande número de modelos.A primeira geração (1G) era analógica. No Brasil, foi adotada a tecnologia AMPS, americana. Quando o celular chegou ao País, trazido pelas estatais que faziam parte do Sistema Telebrás, ele era analógico. O sistema analógico não permite comunicação de dados com velocidade e é mais vulnerável à clonagem. Em setembro, ainda haviam 23,9 mil celulares analógicos em funcionamento no Brasil, de um total de 112,7 milhões de acessos, segundo a Anatel. Os aparelhos GSM eram 74,2% do total.

O Estadao de S.Paulo

14 de novembro de 2007 | 00h00

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