Com aftosa, mais de dois mil animais foram abatidos no MS

Para conter os focos de febre aftosa no Mato Grosso do Sul já foram sacrificados 2.308 bovinos e 49 suínos em cinco propriedades do extremo sul do Estado. Na Fazenda Vezozzo, onde foi descoberto o primeiro foco da doença, todo o rebanho foi abatido. Balanço do Ministério da Agricultura e da Agência de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro/MS) divulgado hoje mostra que 592 bovinos e 8 suínos foram sacrificados na propriedade. Foram confirmados até agora 21 focos da doença no Estado, sendo que a maior parte em pequenas propriedades. A suspeita da doença no Paraná continua sendo investigada por meio de exames laboratoriais. No Mato Grosso do Sul, o sacrifício de animais está centralizado, até o momento, nos municípios de Eldorado e Japorã, mas há casos da doença também em Mundo Novo. Esses municípios ficam num raio de 25 quilômetros a partir do foco inicial, em Eldorado. Na Fazenda Jangada, foram sacrificados 562 bovinos. Outros 24 bovinos e 41 suínos foram sacrificados no lote 75 do Assentamento Floresta Branca. Na Fazenda Guairá, o abate de animais soma 790 bovinos e na Fazenda Fronteira, 602 cabeças. De acordo com as autoridades sanitárias, 29 bovinos e 12 suínos foram abatidos em frigoríficos locais. A carne oriunda desses animais foi destinada ao consumo na região. Além dos abates, os veterinários inspecionam fazendas para detectar ou descartar novos focos. No município de Eldorado, 17 fazendas foram visitadas e as condições clínicas de 645 animais (614 bovinos, 29 suínos e 2 ovinos) foram avaliadas. Em Japorã, 23 propriedades foram visitadas e avaliados 1085 bovinos, 24 suínos e um ovino. Em Mundo Novo, o total de propriedades vistoriadas chega a 13. Nesse município, foram vistoriados 977 bovinos e 39 suínos.

Agencia Estado,

04 Novembro 2005 | 12h47

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