Com ajuda de NY, Bolsa sobe e passa a apurar ganho no mês

Indicadores econômicos e corporativos favoráveis nos EUA deram autorização para que os mercados retomassem ontem o apetite ao risco, e as bolsas registraram ganhos superiores a 1%. A produção industrial e o número de construções de imóveis residenciais subiram em julho 1% e 1,7%, respectivamente, ambos acima do previsto. Já o índice de preços ao produtor avançou, pela primeira vez desde março, 0,3%, aliviando os temores de deflação no país. Adicionalmente, as grandes redes varejistas Walmart e Home Depot apresentaram balanços com bons resultados no segundo trimestre.

Cenário: Rosangela Dolis, O Estado de S.Paulo

18 de agosto de 2010 | 00h00

No Brasil, o desempenho positivo das commodities impulsionou os papéis relacionados a este setor, como os de mineração de de petróleo - Petrobrás PN subiu 2,50%. A Bovespa avançou 1,32%, de volta ao patamar de 67 mil pontos (67.583,77 pontos). Com isso, passou a acumular valorização em agosto, ainda que de apenas 0,10%. No ano, porém, ainda apura perda, de 1,46%. Também houve ajuda importante das altas das ações das construtoras, embaladas pela perspectiva de maior oferta de financiamentos a partir da expectativa de que o ciclo de alta da Selic pode ter sido encerrado. Foi a quarta alta seguida da Bolsa brasileira, período em que acumula ganho de 2,73%. Em Wall Street, as bolsas tiveram avanço firme: Dow Jones subiu 1,01% , após cinco sessões seguidas de baixa, e o S&P 500, 1,22%.

Os juros futuros fecharam praticamente estáveis, influenciados por ajustes técnicos após passarem boa parte da sessão em queda. O vencimento janeiro de 2012 encerrou a 11,31% . O dólar teve ligeiro recuo, apontando queda de 0,17%, a R$ 1,754 no balcão.

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