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Com juros elevados, leilões começam a se tornar opção no País

Num momento em que o governo eleva mais uma vez a taxa de juros, para 13,75% ao ano, encarecendo a tomada de empréstimos ou a utilização de cartões de crédito e cheque especial, os leilões começam a se tornar uma modalidade utilizada por aqueles que precisam resolver um problema financeiro momentâneo.

Estadão Conteúdo

07 de junho de 2015 | 18h01

Segundo Vinicius Fernandes Villela, da Arremate.com, portal de leilões que realiza mais de 20 leilões todos os meses, essa modalidade tem crescido muito no Brasil, principalmente neste momento de crise e de juros elevados. Para ele, por se tratar de um mercado ainda pouco explorado, a média anual de crescimento do setor é ao redor de 50%.

Villela destaca que recorrer a um bem pessoal ou de família, como uma joia ou relógio que não estão em uso, pode representar o fim dos problemas de dinheiro para muita gente. A mesma opinião é compartilhada por Fábio Carvalho, da Gondolo Leilões, uma das mais importantes empresas do setor, especializada em joias, relógios e objetos de coleção, como canetas. "É preciso apenas ter cuidado para escolher uma empresa idônea, que atue com leiloeiro oficial registrado, que faça uma avaliação honesta", alerta.

A modalidade de vender e comprar por leilão pode ser acessível a qualquer pessoa, de qualquer localidade, pela internet, basta a disposição para procurar uma empresa com esses propósitos e checar se ela tem boa avaliação.

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