Felipe Rau/Estadão
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Com promessa de melhor Natal desde 2014, consumidores vão às compras na 25 de Março

Segundo associação de lojistas da região, expectativa é de que até 600 mil pessoas façam compras de última hora nesta segunda-feira, 23; estimativa da CNC é que Natal alcance R$ 36,3 bi em vendas este ano

Redação, O Estado de S. Paulo

23 de dezembro de 2019 | 14h38

Uma multidão preencheu as ruas do centro de São Paulo em busca de presentes de Natal na última hora nesta segunda-feira, 23: segundo as estimativas da associação de lojistas da Rua de 25 de Março, a Univinco, até 600 mil pessoas devem passar pelo centro tradicional do varejo paulistano em busca de uma lembrancinha para os parentes e amigos. 

De acordo com a associação, mais de 1 milhão de pessoas passaram pela região – que contempla ainda endereços como a Ladeira Porto Geral – para fazer suas compras no último final de semana. 

Eles fazem parte do grupo de 13,2 milhões de pessoas que deixaram para fazer suas compras natalinas a poucos dias da data, como estimou um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). 

O montante, diz a pesquisa, equivale a 10% daqueles que têm a intenção de presentear alguém, acima dos 8% registrados no ano passado. Na visão da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o consumidor que deixa as compras para a última hora acaba não tendo tempo para se ater a detalhes importantes, como pesquisar preços de diferentes marcas ou lojas.

Natal pode ser o melhor desde 2014

Segundo estimativas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), este Natal pode ser o melhor desde 2014. A expectativa é que o varejo movimente R$ 36,3 bilhões na ocasião, perto do pico de R$ 36,5 bilhões registrados na mesma data de 2014, calculou a CNC. 

“São três fatores (para isso): foi o efeito antecipação do calendário do FGTS, mas também inflação baixa e ampliação dos prazos das operações de crédito”, explicou o economista Fabio Bentes, da Divisão Econômica da CNC, responsável pelo levantamento.

Rivalidade com Black Friday não é problema

Nem mesmo a popularização da Black Friday como data para o comércio brasileiro – é o que afirma a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Sob o impulso da liberação de saques do FGTS, o ímpeto de compra para o Natal avançou para 65,5 pontos este ano, maior patamar desde 2014, quando começou a recessão econômica. No Natal de 2018, o ímpeto de compra foi de 61,1 pontos.

O levantamento mostra que 18,2% dos entrevistados anteciparam as compras natalinas nas promoções da Black Friday. Há dois anos, esse porcentual alcançava 33,0% dos ouvidos.

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