Beto Barata/PR
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Com reformas, estamos superando crise econômica, diz Temer na ONU

Em Nova York, presidente disse que Brasil voltou a gerar empregos e seu governo conseguiu "recobrar a capacidade" do Estado de levar adiante políticas sociais

O Estado de S.Paulo

19 Setembro 2017 | 12h31

O presidente Michel Temer reservou a parte final de seu discurso na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) para falar da economia brasileira. "O Brasil atravessa um momento de transformações decisivas", disse ele nesta terça-feira, 19, em Nova York, falando das reformas estruturais e da recuperação da atividade econômica.

"Com reformas estruturais, estamos superando uma crise econômica sem precedentes. Estamos resgatando o equilíbrio fiscal. E, com ele, a credibilidade da economia", afirmou o presidente, que fez este ano seu segundo discurso na Assembleia Geral da ONU.

Temer disse que o Brasil voltou a gerar empregos e seu governo conseguiu "recobrar a capacidade" do Estado de levar adiante políticas sociais.

"Aprendemos e estamos aplicando, na prática, esta regra elementar: sem responsabilidade fiscal, a responsabilidade social não passa de discurso vazio", disse, destacando que o "novo Brasil" que está surgindo após as reformas é um país mais aberto ao mundo e que a política externa brasileira é "verdadeiramente universalista".

"Trabalhamos por uma América do Sul próspera e democrática. Trabalhamos pela crescente convergência dos processos de integração na América Latina e no Caribe", disse ele, citando como exemplo a aproximação entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico. "Juntos, os países dos dois agrupamentos formam um mercado de quase 470 milhões de pessoas e respondem por mais de 90% do PIB da América Latina", afirmou.

Temer falou da aumentar a proximidade do Brasil com a África. "É continente onde queremos cada vez mais iniciativas de cooperação, cada vez mais parcerias para o desenvolvimento." Com a Europa, o Brasil também vai buscar uma elevação dos fluxos de comércio e investimentos. "E também na Ásia-Pacífico, polo mais dinâmico da economia global, intensificamos nossas relações com parceiros tradicionais e abrimos novas frentes de intercâmbio", discursou.

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