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Comanche nega irregularidades com cortadores de cana

A Comanche Clean Energy negou hoje que tenha ligações com as moradias em que cortadores de cana-de-açúcar foram encontrados em condições precárias pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) na madrugada de hoje em Rio das Pedras (SP). Em nota distribuída por sua assessoria de imprensa, a companhia alega que os locais onde os trabalhadores residem não pertencem e não são custeados pela usina da empresa, em Tatuí (SP).A nota destaca que todos os trabalhadores da Comanche ficam alojados em Capela do Alto (SP), "com alimentação e condições dignas de hospedagem" e que os encontrados pelo MPT já residiam em Rio das Pedras, "não podendo a empresa ser responsabilizada pelas condições em que se encontravam no local".O documento informa ainda que, mesmo sem ter responsabilidade, a companhia alojou os cortadores de cana e ainda acertou a rescisão dos contratos para os que quisessem voltar às cidades de origem.A nota é uma resposta às denúncias do MPT, que resgatou nesta madrugada 29 cortadores de cana e três crianças em condições consideradas precárias de moradia, na cidade de Rio das Pedras. De acordo com informações da assessoria do MPT, os cortadores resgatados hoje foram aliciados em Cajazeiras (PB) para trabalharem para a Usina Comanche, de Tatuí (SP), uma das quatro unidades do grupo homônimo norte-americano com sede em Stanford (Connecticut).

GUSTAVO PORTO, Agencia Estado

27 de junho de 2008 | 20h16

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