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Combate à aftosa na América do Sul é tema de reunião no RS

Reunião é realizada anualmente e define ações conjuntas para erradicar a enfermidade na América do Sul

Sandra Hahn, da Agência Estado,

14 de fevereiro de 2008 | 18h00

Com a meta atual de chegar a 2009/2010 sem casos clínicos de febre aftosa, a Comissão Sul-Americana de Luta contra a doença (Cosalfa) estará reunida na capital gaúcha de 10 a 14 de março. A reunião é realizada anualmente e define ações conjuntas para erradicar a enfermidade na América do Sul. No caso da Cosalfa, as decisões são vinculantes, ou seja, precisam ser implementadas pelos países, explica o diretor da Panaftosa-Opas/OMS (Centro Pan-Americano de Febre Aftosa), Albino Belotto, que participa hoje à noite do lançamento do evento, na Federação da Agricultura do Estado (Farsul).  As metas de erradicação da aftosa na região foram sendo deslocadas ao longo dos anos pela persistência da doença. O número de países que registram casos da doença está em queda. No ano passado, a Venezuela teve 36 focos, o Equador, 15, e a Bolívia, 1, relata Belotto. Os principais riscos permanecem em regiões de fronteira com baixa densidade de animais, onde a pecuária tem característica de subsistência.  Como a região é exportadora, a introdução de vírus exóticos é improvável, avalia Belotto, lembrando que a Inglaterra, que é importadora, teve um caso de contaminação por entrada de material contaminado. O foco da Cosalfa é a aftosa, mas os técnicos discutem também as demais doenças vesiculares do rebanho. Participam da reunião representantes dos governos e da iniciativa privada. As duas últimas edições foram feitas no Equador e Venezuela. A próxima será a 35ª reunião da Cosalfa.  A falta ou demora na comunicação dos casos é uma preocupação permanente, disse Belotto. "Quanto mais rápido é feito o informe, mais rápido se pode superar o problema", observa, explicando que a comunicação ágil gera, entre países vizinhos, respostas de ajuda no combate ao foco.

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