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Comércio externo cai 25,7%

Exportações e importações giraram US$ 162 bi este ano

Sandra Manfrini, O Estadao de S.Paulo

18 de agosto de 2009 | 00h00

A corrente de comércio exterior, que é a soma das exportações e importações realizadas pelo País, totaliza no ano, até a segunda semana de agosto, US$ 162,594 bilhões. Esse valor é 25,7% inferior aos US$ 218,885 bilhões da corrente de comércio registrada em igual período do ano passado e reflete o desaquecimento das transações internacionais em decorrência da crise financeira mundial.De acordo com os dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), no ano, o saldo comercial acumulado até o dia 16 de agosto é um superávit de US$ 18,528 bilhões, valor 22,8% superior aos US$ 15,083 bilhões de superávit obtido no mesmo período de 2008.As exportações somam US$ 90,561 bilhões no ano, com média diária de US$ 584,3 milhões, o que representa uma retração de 24,1% em relação ao desempenho médio verificado em igual período do ano passado (US$ 769,6 milhões). As importações totalizam, no ano, US$ 72,033 bilhões, com média diária de US$ 464,7 milhões, 30,7% inferior à média de US$ 670,4 milhões do mesmo período de 2008.Na segunda semana de agosto (10 a 16), a balança registrou superávit US$ 680 milhões, resultado de exportações de US$ 3,192 bilhões menos importações de US$ 2,512 bilhões. No mês de agosto, o saldo acumulado é um superávit de US$ 1,615 bilhão. As exportações somam no mês US$ 6,466 bilhões e as importações, US$ 4,851 bilhões. Pelo critério da média diária, as exportações têm retração de 31,2% em relação ao desempenho das vendas externas em agosto de 2008. Essa queda é resultado do decréscimo nos embarques de produtos das três categorias: semimanufaturados (-34,2%), manufaturados (-34%), e básicos (-26%). As importações, pelo mesmo critério de desempenho, têm queda de 41,6% em relação ao mesmo mês de 2008. Essa retração foi causada pelas menores compras de combustíveis e lubrificantes (-67,7%), adubos e fertilizantes (-52,3%), siderúrgicos (-47,6%), equipamentos mecânicos (-37,4%), químicos orgânicos/inorgânicos (-31,6%) e aparelhos eletroeletrônicos (-29,7%).

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