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Comissão do G-20 diz que escolha tem de ser por mérito

Mérito, e não nacionalidade, deve determinar o sucessor de Dominique Strauss-Kahn na direção do Fundo Monetário Internacional. Caso contrário, a legitimidade da instituição estará ameaçada. O alerta foi lançado ontem pelos copresidentes da comissão criada dentro do próprio G-20 para reformar o FMI, liderada pela África do Sul e Austrália. O secretário do Tesouro da Austrália, Wayne Swan, e o ministro de Finanças da África do Sul, Pravin Gordhan, apelaram para que os acordos fechados pelo grupo em 2009, de não limitar o FMI a um europeu, sejam agora respeitados. Hoje, a entidade começa a receber oficialmente as candidaturas para a presidência.

, O Estado de S.Paulo

23 de maio de 2011 | 00h00

No estabelecimento das instituições de Bretton Woods, o Fundo ficaria com um europeu, enquanto caberia aos americanos controlar o Banco Mundial. Em 60 anos, quatro dos dez diretores do FMI foram franceses.

"A crise financeira global demonstrou que o mundo precisa de um FMI forte e de um diretor forte", declararam os dois países. "Para garantir a confiança, credibilidade e legitimidade diante de seus acionistas, deve haver um processo de seleção aberto e transparente que resulte na escolha da pessoa mais competente, seja qual for sua nacionalidade."

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