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Comissão Europeia nega à Itália exceção oçamentária

A Comissão Europeia decidiu que a Itália não poderá se valer da vantagem de uma nova cláusula sobre investimento para excluir alguns financiamentos públicos do cálculo de seu déficit orçamentário. Segundo a comissão, a Itália não está fazendo os ajustes mínimos exigidos para reduzir a relação entre a dívida pública e o PIB e, portanto, não poderá obter tal vantagem.

Agencia Estado

15 de novembro de 2013 | 09h05

A comissão advertiu também que o orçamento preliminar de 2014 da Itália pode estar em desacordo com as regras do Pacto de Crescimento e Estabilidade Europeu e disse que o governo evita realizar os "mínimos progressos" de reformas estruturais recomendados pelo Conselho Europeu.

Roma esperava por um sinal positivo da Comissão Europeia, o que permitira ao país investir 12 bilhões de euros em recursos públicos extras durante o ano de 2015, segundo os cálculos do Ministério da Economia. A decisão afeta aproximadamente 3 bilhões de euros que estavam previstos para serem investidos em gastos públicos no orçamento preliminar de 2014.

A decisão deve causar protestos do governo. O gabinete do governo da Itália se reúne nesta manhã e deve discutir o assunto.

As projeções da Comissão Europeia são de que haverá aumento na relação dívida/PIB da Itália em 2014. Mas o orçamento preliminar do governo italiano estima queda para 132,7% da dívida em relação ao PIB, dos atuais 132,9% previstos para o final deste ano. A razão da projeção um pouco mais otimista do governo está na expectativa de que a taxa real de juro do serviço da dívida pública ficará negativa no ano que vem pela primeira vez desde o início da crise que varre a Europa. Fonte: Dow Jones Newswire.

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