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Companhias abertas do Brasil perdem US$ 378 bi valor de mercado

Perdas referem-se ao período entre o fim de 2010 até 22 de setembro

Agência Estado,

23 de setembro de 2011 | 13h14

SÃO PAULO - Do final de 2010 até ontem, as empresas de capital aberto brasileiras perderam US$ 378,1 bilhões em valor de mercado até ontem (22/09). O cálculo é da Economática, sobre análise de 301 empresas.

No final de 2010 as empresas brasileiras tinham valor de mercado de US$ 1,43 trilhão, que caiu 26% para US$ 1,057 trilhão em 22 de setembro. De acordo com a consultoria, a diferença equivale à soma dos valores de mercado da Petrobrás, Vale, Ambev e Banco do Brasil em 20 de setembro de 2011.

Ampliando a análise para companhias da América Latina e dos Estados Unidos, os EUA lideram as perdas, com US$ 1,5 trilhão ou queda de 10,9% sobre 31 de dezembro de 2010.

Somente em um recorte na América Latina, o Brasil lidera o ranking das perdas de valor de mercado na região, seguido pelo México, com retração de US$ 100,8 bilhões e universo de 91 empresas. O número passou de US$ 474,0 bilhões em dezembro de 2010 para US$ 373,1 bilhões ontem. A terceira maior queda nominal de valor de mercado na América Latina é do Chile, cujas 138 empresas perderam em conjunto US$ 73,7 bilhões, para US$ 240,4 bilhões na data de ontem. Já a Argentina, em quarto, teve perda acumulada em 2011 até 22 de setembro, de US$ 28,5 bilhões no valor de mercado de 71 empresas.

Por empresa, a Petrobrás foi a de maior queda nominal de valor de mercado no ano até ontem, em toda a região da América Latina e Estados Unidos, com US$ 87,0 bilhões - diferença entre US$ 228,2 bilhões em 31/12/2010 e US$ 141,2 bilhões em 22/09/2011. A segunda brasileira com maior queda nominal foi a Vale, com US$ 45,8 bilhões, colocando-a na sexta posição do ranking, atrás de HP (5º), JP Morgan (4º), Citigroup (3º) e Bank of America (2º). Em décimo lugar está outra companhia brasileira, o Itaú Unibanco, com valor de mercado menor em US$ 33,5 bilhões, na mesma comparação.

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