Compulsório cairá, mas com juro alto não adianta, diz Alencar

O vice-presidente da República, José Alencar, disse que o compulsório (parcela de recursos que os bancos devem recolher ao Banco Central) dos bancos tem de diminuir. "O compulsório é muito alto, mas não adianta diminuí-lo e deixar as taxas de juros nas alturas", afirmou o vice, depois de permanecer mais de uma semana em silêncio. Para ele é preciso diminuir o compulsório à medida que os recursos sejam postos à disposição dos setores produtivos e dos trabalhadores a um custo compatível que há no mundo inteiro. Sobre a decisão do Copom de reduzir de 26% ao ano para 24,5% ao ano a Selic, taxa básica de juros da economia, Alencar evitou comentar. "Vocês sabem o que eu acho", disse o vice, depois da cerimônia de lançamento do Fórum Nacional do Trabalho.

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