Coluna

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Confiança do consumidor cai com a crise política

A crise política está provocando uma queda na confiança do consumidor quanto à situação econômica do País. É o que mostra 20ª Sondagem das Expectativas do Consumidor de julho, divulgada hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Segundo o comunicado da FGV, "nos quesitos relacionados à situação econômica, a piora foi novamente mais acentuada, indicando haver possibilidade de conexão entre a turbulência no ambiente político e a percepção do consumidor a respeito do País".A fundação informou que a parcela dos consumidores que avaliam a situação econômica como melhor do que há seis meses atrás passou de 12,8% em junho para 11,9% em julho. Ainda de acordo com a FGV, o porcentual dos que consideram pior a situação do que há seis meses cresceu de 35,6% para 37,3% em julho - a maior desde abril de 2004. Segundo o levantamento, a parcela dos consumidores que está otimista para os próximos seis meses passou de 32,9% em junho para 29,6% em julho - o menor da série histórica da pesquisa, iniciada em outubro de 2002. Já os pessimistas passaram de 20,1% para 22,3% em julho.O consumidor também não está otimista em relação à situação econômica da família. Segundo a FGV, para 17,3% ela melhorou contra 21,7% há seis meses. Para os próximos seis meses 52,1% acham em julho que ela vai piorar contra de 53,2% em junho. O porcentual dos entrevistados que acreditam em piora na situação econômica familiar nos próximos seis meses também registrou redução e passou de 7,9% em junho para 6,2% em julho.A sondagem é realizada em 12 das principais capitais do País, e consultou 1.508 chefes de domicílio entre os dias 1 a 20 de julho. O levantamento é realizado desde outubro de 2002 com periodicidade trimestral até julho de 2004, quando passou a ser mensal.

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