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Confiança do consumidor em novembro é a maior desde 2005

Mas o otimismo em relação as próximos meses caiu de 29,6% para 27,1%, de outubro para novembro

Alessandra Saraiva,

27 de novembro de 2007 | 08h08

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 1,3% em novembro ante outubro, segundo informou nesta terça-feira, 27, a Fundação Getúlio Vargas (FGV). No mês passado, o índice apresentou alta de 3,5% ante setembro. Com o resultado, o desempenho do indicador, que é calculado com base em uma escala de pontuação entre 0 a 200 pontos (sendo que, quando mais próximo de 200, maior o nível de confiança do consumidor), passou de 112,8 pontos em outubro para 114,3 pontos em novembro. De acordo com a fundação, essa pontuação é "o maior nível da série histórica iniciada em setembro de 2005". Em seu comunicado, a FGV informou que o resultado de novembro foi influenciado "pelas avaliações mais favoráveis a respeito da situação atual da economia". O ICC é dividido em dois indicadores: o Índice de Situação Atual, que subiu 4,3% em novembro, em comparação com a elevação de 1,8% em outubro; e o Índice de Expectativas, que teve queda de 0,2% em novembro, ante elevação de 4,3% em outubro. Ainda segundo a fundação, no acumulado em 12 meses, os dois sub-índices do ICC apresentam variações positivas, com alta de 4,6% para o indicador de situação atual; e aumento de 7,3% para o de expectativas.  Avaliação do consumidor A avaliação dos consumidores sobre a sua própria situação econômica apresentou melhora em novembro, de acordo com o ICC. De acordo com a FGV, o porcentual de consumidores pesquisados que avaliaram como "boa" a situação econômica atual da cidade onde vivem subiu de 10,8% em outubro para 13,5% em novembro. Em contrapartida, a participação de entrevistados que a classificaram como "ruim" caiu de 39,1% para 34,7%, no mesmo período. Ainda de acordo com a fundação, "este foi o quesito que mais influenciou a evolução do ICC neste mês". No caso das expectativas, porém, os resultados das entrevistas foram menos favoráveis. A parcela de consumidores que prevêem melhora, nos próximos meses, em sua situação econômica local, caiu de 29,6% para 27,1%, de outubro para novembro. No mesmo período, a parcela dos consumidores que prevêem piora aumentou de 5,7% para 7,2%. O levantamento abrange amostra de mais de 2.000 domicílios, em sete capitais, com entrevistas entre os dias 1 e 21 de novembro. Essa é a vigésima sexta edição do indicador, calculado com base nos resultados da pesquisa "Sondagem das Expectativas do Consumidor", apurada desde outubro de 2002 (com periodicidade trimestral, até julho de 2004, quando passou a ser mensal). O índice é composto por cinco quesitos da sondagem.

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