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Confiança do Consumidor sobe 6,7% de dezembro para janeiro

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 6,7% na passagem de dezembro para janeiro, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em dezembro, o indicador subiu 0,6% ante novembro. Essa é a quarta edição do indicador, que é calculado com base nos resultados da pesquisa "Sondagem das Expectativas do Consumidor", apurada desde outubro de 2002 (com periodicidade trimestral até julho de 2004, quando passou a ser mensal). A instituição informa que "houve evolução favorável tanto das avaliações sobre a situação presente quanto das previsões para os próximos seis meses". Situação econômica do País nos próximos seis mesesMêsAvaliam que estará melhorAvaliam que estará piorjan/0632,2%12,8%dez/0524%19,7%nov21,8%21,8%out33,6%18,2%set26,1%23.9%Para o cálculo do ICC, a FGV utiliza cinco quesitos da sondagem - sendo que o indicador é dividido em dois indicadores. O Índice de Situação Presente, composto por dois quesitos da sondagem, subiu 5% em janeiro ante dezembro - ante aumento de 3,6% apurado em dezembro ante novembro. Situação financeira das famílias nos próximos seis mesesMêsAvaliam que estará melhorAvaliam que estará piorjan/0637,3%4,3%dez/0536,2%5,8%nov34,9%7,2%out42,6%5,3%set43,2%6,3%Já o Índice de Expectativas, composto por três quesitos da sondagem, cresceu 7,5% em janeiro ante dezembro - sendo que, em dezembro, esse indicador caiu 1,0% ante novembro. Ao detalhar os resultados, a FGV informou que, entre os quesitos de situação presente, a maior evolução ocorreu sobre avaliação de situação da economia local. Subiu de 12,8% para 14,4% a parcela dos entrevistados que classificam essa situação como boa, de dezembro para janeiro, enquanto que, no mesmo período, caiu de 48,2% para 43,5% a parcela dos entrevistados que a consideram ruim. No caso das expectativas, a FGV destacou que aumentou de 23,5% para 30,8% a parcela dos entrevistados que prevêem melhora na situação econômica na cidade em que vivem, de dezembro para janeiro. Além disso, a participação dos consumidores que prevêem piora, nesse mesmo quesito, passou de 19,6% para 11,5%, no mesmo período.O levantamento abrange entrevistas em 2.000 domicílios, em sete das principais capitais brasileiras. A coleta de dados foi feita entre os dias 2 a 20 de janeiro.

Agencia Estado,

26 de janeiro de 2006 | 08h23

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