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Confiança do consumidor volta a subir em agosto,diz ACSP

O Índice Nacional de Confiança (INC), que avalia o ânimo do consumidor brasileiro, teve leve alta em agosto na comparação com julho, passando de 137 para 139 pontos. Medido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) em parceria com o instituto Ipsos, o índice havia registrado leve oscilação negativa de um ponto em julho na comparação com junho, após queda acentuada de 15 pontos com relação a maio em razão das manifestações que tomaram as ruas de algumas das principais cidades do País naquele mês.

GUILHERME WALTENBERG, Agencia Estado

09 de setembro de 2013 | 12h13

De acordo com a ACSP, como nos últimos três meses o INC teve oscilação dentro da margem de erro de três pontos, o cenário pode ser considerado de "estabilidade". Já na comparação com agosto do ano passado, a queda foi de 11 pontos, já que na época o INC registrava 150 pontos.

O índice varia de 0 a 200 pontos. Acima de 100 representa a zona de otimismo e abaixo desse número, pessimismo.

De acordo com a ACSP, a classe C foi a mais otimista no mês, passando de 140 para 144 pontos em agosto, seguido pelas classes D e E, que passaram de 121 para 128 pontos, e pelas classes A e B, que foram de 132 para 125 pontos entre julho e agosto.

Entre as regiões do País, Norte e Centro-Oeste foram as mais otimistas, ambas passando de 179 pontos em julho para 190 em agosto. A Sudeste passou de 144 para 139 pontos, seguida por Nordeste (de 122 para 134) e o Sul (128 para 127 pontos).

"A alta do otimismo nas regiões Norte e Centro-Oeste decorre do excelente desempenho da agricultura, que pode contribuir para um melhor resultado do PIB", avaliou Rogério Amato, presidente da ACSP.

Entre os consumidores avaliados, 45% afirmaram que sua situação financeira era boa em agosto ante 48% no mês anterior. Há um ano, 50% afirmaram que a situação era boa. "Isso reflete a alta da inflação dos últimos meses e a desaceleração real da massa salarial", avaliou a ACSP em nota. Ainda sobre o aspecto financeiro, 49% opinaram que sua situação futura irá melhorar e 39% se disseram seguros no emprego. Desse modo, 31% dos entrevistados se disseram à vontade para comprar eletrodomésticos em julho.

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