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Confiança do industrial cai pelo 2º mês seguido, diz CNI

A confiança do empresário industrial brasileiro caiu pelo segundo mês consecutivo em abril e atingiu o menor valor registrado deste agosto de 2012, divulgou nesta terça-feira, 16, a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) medido pela instituição diminuiu 1,7 ponto neste mês na comparação com março, atingindo a marca de 55,4 pontos. Comparado a abril do ano passado, a queda foi de 1,8 ponto. O índice varia de 0 a 100 pontos. Os valores acima de 50 indicam que os empresários estão confiantes.

LAÍS ALEGRETTI, Agencia Estado

16 de abril de 2013 | 11h53

O relatório da CNI aponta que a confiança recuou de forma disseminada na indústria de transformação e no segmento da construção. Houve crescimento da confiança apenas na indústria extrativa. De janeiro a abril deste ano, o Icei ficou abaixo dos valores registrados em igual período do ano passado. Para a instituição, essa menor confiança por parte dos empresários industriais "pode resultar em dificuldade de crescimento dos investimentos por parte da indústria".

A região do País com menor índice de confiança - tanto em março quanto em abril - foi o Sudeste, que registrou 52,4 pontos neste mês. No Centro-Oeste estão os empresários mais otimistas neste mês, onde o índice foi de 59,5 pontos. Para as empresas de pequeno (53,7 pontos) e médio porte (53,9 pontos), os empresários estão menos confiantes do que as de grande (56,9 pontos).

A percepção dos empresários sobre as condições atuais, que ficou em 46,8 pontos, caiu 1,7 ponto em relação a março. Em relação à economia brasileira, a queda foi de 2 pontos, passando de 45,2 para 43,2. Sobre a confiança na própria empresa, a queda foi de 1,6 ponto - passando de 50,2 para 48,6 pontos.

As expectativas do industrial para os próximos seis meses tiveram uma queda de 1,8 ponto no mesmo período, atingindo 59,6 pontos em abril. Em relação à economia brasileira, passou de 56,3 pontos para 54,1 pontos, uma diminuição 2,2 pontos. Sobre a própria empresa, a expectativa caiu 1,6 pontos, de 64 para 62,4 pontos.

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