Tiago Queiroz/Estadão - 23/11/2018
Tiago Queiroz/Estadão - 23/11/2018

Confiança dos comerciantes em novembro atingiu maior nível em sete meses

Índice da CNC indica otimismo entre empresários com 'sinais de recuperação gradual' da economia

Vinicius Neder, O Estado de S.Paulo

26 de novembro de 2019 | 13h45

RIO - A confiança dos comerciantes brasileiros atingiu em novembro o maior nível em sete meses, conforme pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgada nesta terça-feira, 26. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela entidade, subiu 0,5% na comparação com outubro, atingindo 125,2 pontos, maior nível desde abril passado. Em relação a novembro de 2018 houve um crescimento de 11,6%. 

Em nota, a CNC creditou o avanço na confiança dos comerciantes a “diversos sinais de recuperação gradual” da economia. “A crescente confiança do empresário do comércio vem confirmar um cenário de maior otimismo em relação ao aquecimento do consumo”, diz a nota.

O aumento da confiança em novembro foi marcado por melhoras tanto nas expectativas em relação ao futuro quanto nas avaliações sobre a situação corrente. O Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC), subíndice do Icec referente às expectativas, chegou a 162,6 pontos, alta de 0,1% ante o mês anterior e aumento de 7,0% na comparação com novembro de 2018.

O Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (Icaec), outro componente do Icec, ficou em 97,5 pontos, aumento de 2,5% ante outubro e de 25,5% em relação a novembro de 2018. “Todos os itens que compõem este indicador registraram variações mensais maiores do que as observadas em outubro”, diz a nota da CNC.

Por sua vez, o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC), subíndice que detecta as intenções de investimento, caiu 0,3% em novembro ante outubro, para 107,5 pontos. Mesmo com a queda, o subíndice está no maior nível desde novembro de 2014 (107,9 pontos). Em relação a novembro de 2018, houve aumento de 7,9%, “refletindo uma percepção de ambiente melhor para os investimentos do que no mesmo período do ano passado”, diz a CNC. 

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