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Confiança e inflação elevam temor de estagflação nos EUA

A confiança do consumidornorte-americano caiu para seu pior nível em cinco anos nestemês à medida que um pressionado mercado de trabalho ajudou acriar a expectativa mais pessimista sobre o futuro em 17 anos,enquanto a inflação em alta entre os produtores no início doano atiçou os temores de uma estagflação. Outros dados divulgados nesta terça-feira também mostrarammás notícias sobre o mercado imobiliário. O colapso nos preçosdos imóveis acelerou para um ritmo recorde no quarto trimestrede 2007, com os preços despencando 8,9 por cento no anopassado, segundo o índice de preço de imóveis norte-americanosdo S&P/Case-Shiller. Um relatório do governo mostrou que os preços ao produtorsubiram 1 por cento em janeiro puxados pelos custos crescentesda energia registraram a maior alta em 12 meses em mais de 26anos, quando os Estados Unidos enfrentaram pela última vez umperíodo de estagflação, com baixo crescimento e alta inflação.O Conference Board disse que seu índice sobre a confiança doconsumidor caiu para 75,0 em fevereiro, significativamente piordo que os economista previam e o mais baixo em cinco anos. Oíndice de expectativa do Conference Board caiu para 57,9--menor nível em 17 anos. "Parece que não há confiança em uma economia em que ainflação está saindo do controle", disse Andrew Brenner,analista de mercado na MF Global em Nova York. "Este é um cenário clássico de estagflação." A deterioração do sentimento foi marcante em todo orelatório. Foi a maior queda mensal nos índices de confiança doconsumidor e de sua expectativa desde setembro de 2005, logoapós o furacão Katrina. O índice da situação atual viu suamaior queda desde outubro de 2001, última vez que EstadosUnidos estiveram em recessão. A queda de 8,9 por cento ano a ano no índiceS&P/Case-Shiller foi a maior em seus 20 anos de história e veioà medida que o setor imobiliário foi pressionado por um enormeestoque de imóveis à venda, elevando o número de execuções dehipotecas e apertando as condições de crédito. Em comparação, durante a recessão imobiliária de 1990/91 ataxa anual teve sua maior queda em 2,8 por cento.

BURTON FRIERSON, REUTERS

26 de fevereiro de 2008 | 18h04

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