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Conselho Monetário mantém TJLP em 6%

O Conselho Monetário Nacional (CMN) manteve ontem em 6% a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), que corrige os financiamentos do BNDES. Esse nível é válido para o primeiro trimestre de 2011. A taxa é a mesma desde o 3.º trimestre de 2009. O CMN também regulamentou duas medidas do pacote de estímulo ao financiamento de longo prazo anunciado anteontem pelo governo: a autorização para que o BNDES emita letras financeiras e os incentivos à securitização de créditos imobiliários.

Lu Aiko Otta, O Estado de S.Paulo

17 de dezembro de 2010 | 00h00

O BNDES tem, desde ontem, um novo instrumento para captar recursos que, em teoria, diminuirá sua dependência em relação aos polêmicos repasses do Tesouro Nacional. Ele poderá emitir letras financeiras, um instrumento até agora restrito a alguns tipos de instituição financeira. O banco poderá emitir um volume igual ao seu patrimônio de referência de nível 1 (na prática, o patrimônio mais robusto, composto basicamente por ações e reservas de lucro), que em junho era de R$ 36,4 bilhões.

Outra medida do pacote regulamentada ontem, mas que só entra em vigor em março, é um incentivo à emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Hoje, os bancos são obrigados a direcionar 65% dos depósitos recebidos em caderneta de poupança a empréstimos habitacionais. Eles têm tido dificuldade em cumprir essa meta. Quando um banco vende seu crédito imobiliário para uma empresa securitizadora, que vai emitir os CRIs, ele fica ainda mais distante do objetivo. A regra aprovada ontem permite que o banco, ao vender o crédito, não tenha de retirar o valor do cálculo do direcionamento de uma só vez.

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