Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Consórcio não é opção de crédito

O consórcio tem toda a cara de crédito, mas não é. Uma operação de crédito exige que o beneficiário comece a usufruir imediatamente desta operação, seja pegando dinheiro vivo, produto ou serviço. A pessoa está antecipando o usufruto de um bem ou serviço e, em troca, paga uma taxa de juros. No consórcio, a operação é diferente. Uma administradora reúne pessoas que tenham objetivos semelhantes, como comprar um carro. Estas pessoas contribuem mensalmente para um fundo que é usado para comprar o bem para um ou mais consorciados naquele período e, aos poucos, todos vão recebendo seu bem. O consorciado pode receber este bem no primeiro ou no último mês do plano, sendo que começou a pagar junto com todos.Por isso, não se pode comparar o custo do consórcio com o custo do crédito. Juro é a remuneração paga por quem está usufruindo um benefício antecipado. No consórcio, a taxa de administração é o valor pago para a administradora gerenciar o processo e assumir os riscos do negócio. A administradora não antecipa dinheiroalgum. Quem antecipa são os consorciados, que não estão recebendo qualquer remuneração pelo dinheiro que foi usado na compra dos bens. Se o dinheiro estivesse numa poupança, receberia juros.Veja nos links abaixo mais informações sobre os consórcios e outros serviços de crédito.

Agencia Estado,

01 de outubro de 2001 | 20h10

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.