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Construção civil terá greve de advertência em SP

Trabalhadores da construção civil da capital paulista farão nesta sexta-feira, 26, a partir das 7 horas, uma paralisação de advertência de um dia, em protesto contra os altos índices de acidentes fatais e pela reivindicação de mais estrutura do Ministério do Trabalho e Emprego nessa fiscalização, além de investimento dos empregadores na prevenção de acidentes e mortes nos canteiros de obra. A paralisação tem o apoio do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo, liderado pelo deputado estadual Antonio de Sousa Ramalho (PSDB-SP), o Ramalho da Construção.

EQUIPE AE, Agencia Estado

25 de abril de 2013 | 20h37

Os trabalhadores irão se concentrar na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo, na região central, e de lá seguirão em passeata até o Ministério do Trabalho, também no centro da cidade.

Outra bandeira do protesto é a insatisfação com as negociações do acordo coletivo da categoria que, de acordo com Ramalho, estão engessadas. "Após várias rodadas junto ao sindicato patronal, nada de prático nos foi apresentado. A passeata, portanto, servirá, também, para dar um basta a esse estado de coisas, dando um prazo até 10 de maio para que uma contraproposta digna seja apresentada. Se isso não acontecer, a partir da zero hora do dia 13 de maio, aquela que é uma das maiores metrópoles do mundo sofrerá as consequências de uma greve geral por tempo indeterminado", disse Ramalho.

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