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Construção encarece em 4 de 7 capitais, segundo FGV

Quatro das sete capitais analisadas para o cálculo do Índice Nacional de Custos da Construção - Mercado (INCC-M) apresentaram aceleração no indicador na passagem de março para abril, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). O índice geral passou de 0,28% para 0,84% no período.

BEATRIZ BULLA, Agencia Estado

25 de abril de 2013 | 08h52

As capitais que registraram aceleração foram Salvador (de 0,55% para 3,89%), Recife (de 0,09% para 0,11%), Rio de Janeiro (de 0,39% para 2,88%) e São Paulo (de 0,21% para 0,30%). Apresentaram desaceleração Brasília (de 0,14% para 0,13%), Belo Horizonte (de 0,27% para 0,13%) e Porto Alegre (de 0,44% para 0,33%).

A maior alta, em pontos porcentuais, no INCC-M referente ao mês de abril em todas as capitais veio do grupo Mão de Obra, que passou de 0,14% no mês passado para 1,15% na leitura divulgada nesta quinta-feira, 25, pela FGV. A variação, de acordo com a instituição, é uma consequência dos reajustes salariais que aconteceram no Rio de Janeiro e em Salvador neste mês. As taxas passaram de 0,09% para 5,35% no Rio e de 0,52% para 6,99% na capital baiana.

No índice geral, dentro do grupo Mão de Obra, todos os segmentos apresentaram aceleração: auxiliar (de 0,07% para 1,18%), técnico (de 0,11% para 1,16%) e especializado (de 0,46% para 1,02%).

Já em Materiais e Equipamentos, que registrou ligeira desaceleração (de 0,50% para 0,46%), o destaque foram os subgrupos materiais para instalação (de 1,12% para 0,13%) e materiais para acabamento (de 0,69% para 0,57%), que puxaram o recuo no grupo. No grupo de Serviços, que subiu de 0,13% em março para 0,67% em abril, a FGV chamou a atenção para o comportamento dos serviços técnicos, cuja alta saiu de 0,04% para 1,37%.

Entre as maiores influências de alta no indicador de abril aparecem: ajudante especializado (de 0,08% para 1,37%), servente (de 0,07% para 0,89%), pedreiro (de 0,14% para 1,30%), carpinteiro - fôrma, esquadrias e telhado (de 0,13% para 1,05%) e projetos (de 0,04% para 1,37%).

Na lista das maiores pressões negativas constam: condutores elétricos (de 0,61% para -0,91%), massa de concreto (de -0,01% para -0,05%), rodapé de madeira (de 0,12% para -0,48%), argamassa (de 0,52% para -0,05%) e tijolo/telha cerâmica (de 0,16% para -0,03%).

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