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Construções de moradias no EUA caem 5,8% em março

Leitura do Departamento do Comércio dos EUA ficou muito abaixo das previsões dos analistas ouvidos pela Dow Jones, que esperavam alta de 0,7%, para a taxa anual de 703 mil

Álvaro Campos, da Agência Estado,

17 de abril de 2012 | 09h53

O número de obras de imóveis residenciais iniciadas caiu 5,8% em março, para a média anual sazonalmente ajustada de 654 mil, segundo informou hoje o Departamento do Comércio dos EUA. É a segunda queda mensal consecutiva.

A leitura ficou muito abaixo das previsões dos analistas ouvidos pela Dow Jones, que esperavam alta de 0,7%, para a taxa anual de 703 mil. E essa projeção já havia sido reduzida, porque a expectativa inicial era de avanço de 1%, para 705 mil.

As construções de moradias para uma única família, que representaram 71 das obras iniciadas no mês passado, caíram 0,2%. Enquanto isso, as construções de prédios para mais de uma família, uma parte volátil do mercado, tiveram retração de 16,9%.

Os números das obras iniciadas em fevereiro foram revisados para a taxa anual de 694 mil, abaixo da leitura inicial de 698 mil. Isso indica uma queda de 2,8% na comparação com janeiro.

As permissões para novas construções, um indício das futuras construções, subiram 4,5% em março, para a taxa anual de 747 mil. Os economistas previam uma queda de 0,3% nas permissões, para 713 mil.

Na divisão por regiões, o relatório do Departamento do Comércio mostra que as obras de moradias iniciadas caíram 15,9% no Sul em março. No Oeste, as obras ficaram estáveis. No Nordeste, as obras avançaram 32,8%, enquanto no Meio-Oeste houve alta de 1,0%.

A taxa real de moradias iniciadas, calculada sem o ajuste sazonal, aumentou para 54,5 mil em março, do dado revisado para baixo de 47,9 mil em fevereiro. As informações são da Dow Jones.

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