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Consumidor ainda não sente queda da Selic

Apesar do Comitê de Política Monetária (Copom) ter cortado quatro pontos porcentuais da taxa básica de juros (Selic, atualmente em 15,75% ao ano) desde setembro, a queda repassada ao consumidor ainda é baixa. Foi isso o que comprovou pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), divulgada nesta sexta-feira, mostrando que a taxa média caiu 0,06 ponto porcentual de março para abril, indo para 7,48% ao mês (137,65% ao ano). Por linha de crédito, a maior queda verificada no setor foi a nas operações de Crédito Direto ao Consumidor (CDC) praticada pelos bancos. A taxa foi de 3,42% ao mês em março para 3,35% em abril (48,50% ao ano). As taxas de empréstimo pessoal tiveram decréscimo de 5,63% para 5,54% ao mês (90,99% ao ano). Os juros do comércio caíram de 6,14% para 6,08% na mesma base de comparação (103,05% ao ano).Financeiras A taxa de empréstimo pessoal das financeiras teve uma diminuição de 11,61% para 11,50% ao mês (269,23% ao ano). Os juros do cartão de crédito saíram de 10,29% para 10,25% ao mês (222,51% ao ano). A menor queda verificada em abril para pessoa jurídica foi a do cheque especial, que passou de 8,17% para 8,16% ao mês (156,33% ao ano).Pessoa jurídicaAs quedas sensíveis também foram verificadas para pessoas jurídicas, que passaram de 4,44% em março para 4,40% ao mês em abril (67,65% ao ano). A maior queda do segmento foi a das taxas de capital de giro, que passou de 4,23% em março para 4,18% ao mês em abril (63,46% ao ano). Essa diminuição foi seguida pela de desconto de cheque, de 4,04% para 4,00% ao mês em abril (60,10% ao ano).A taxa de conta garantida saiu de 5,70% para 5,67% ao mês (93,83% ao ano). A menor queda do período foi a da taxa de desconto de duplicatas, que passou de 3,77% para 3,76% ao mês em abril (55,73% ao ano).

Agencia Estado,

12 de maio de 2006 | 17h15

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