Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Consumidor dos EUA corta gastos; encomendas recuam

Os consumidores norte-americanos fizeram em outubro o maior corte de gastos em mais de sete anos, e as encomendas de bens manufaturados despencou, segundo relatórios divulgados nesta quarta-feira que mostram um cenário recessivo. Os gastos que alimentam dois terços da atividade econômica dos Estados Unidos caíram 1,0 por cento, a maior queda desde os ataques de setembro de 2001. Foi o quarto mês seguido de retração nos gastos. Ainda pior, uma pesquisa mostrou que a confiança dos consumidores do país recuou em novembro para o menor nível em 28 anos. As encomendas de bens duráveis despencaram 6,2 por cento em outubro, mais de duas vezes a previsão de Wall Street. O único item relativamente positivo foi um relatório do Departamento de Trabalho mostrando que os pedidos de auxílio-desempreo caíram em 14 mil na semana passada. Ainda assim os pedidos estão em 529 mil, nível pior ao que os economistas normalmente associam a uma recessão. A média quadrissemanal dos pedidos, menos volátil, avançou para 518 mil, a maior leitura desde janeiro de 1983. A bateria de indicadores incluiu também um relatório mostrando que a atividade no Meio-Oeste do país se contraiu em novembro em ritmo mais severo que o esperado. O índice de confiança do consumidor da Reuters e Universidade de Michigan caiu para 55,3 em novembro, ante 57,6 em outubro. Foi o nível mais baixo desde 1980.

GLENN SOMERVILLE, REUTERS

26 de novembro de 2008 | 17h39

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