Consumidor não entende o que está pagando

No dia 7 de junho, o garçom Altivo Stolé da Silva recebeu uma carta da Telefônica avisando que deveria pagar R$ 5,93, divididos em seis parcelas, referente a ligações não computadas em faturas anteriores. Em seguida, nova carta avisava que o valor correto era de R$ 35,58, dividido em seis parcelas iguais de R$ 5,93. "Liguei para a Telefônica e a atendente não soube me explicar o que estava sendo cobrado nem como eu deveria proceder." Como não recebeu o resumo das chamadas que havia solicitado, resolveu procurar o Procon. "Se a Eletropaulo tem um medidor na minha casa e a Sabesp também, porque a Telefônica não tem um relógio para marcar o que está sendo usado? Por que eu tenho de acreditar que consumi aquilo que eles dizem?" Silva também se sente inconformado com o aumento dos pulsos. Foram 152 em fevereiro, chegando a 546 em junho. Em nota ao jornal O Estado de S.Paulo, a Telefônica informa que suspende a cobrança retroativa de chamadas e avisa que quem pagou terá o estorno equivalente na fatura seguinte. Para quem recebeu a cobrança e ainda não pagou, a empresa vai enviar nova conta telefônica com a exclusão dos valores.

Agencia Estado,

15 de julho de 2002 | 14h09

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