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Consumidor quer comprar e gastar mais até o fim do ano

Segundo pesquisa da Provar, 61,2% dos entrevistados afirmam pretender comprar produtos no último trimestre

Lorena Vieira, da Agência Estado,

17 de outubro de 2007 | 13h52

O consumidor está disposto a comprar mais no último trimestre deste ano. Pesquisa realizada pelo Programa de Administração de Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA), em parceria com a consultoria Canal Varejo, mostra que a intenção do consumidor de ir às compras no último trimestre deste ano ficou cinco pontos porcentuais acima do patamar registrado no terceiro trimestre.Realizada com 500 consumidores da cidade de São Paulo entre os dias 10 e 25 de setembro, a pesquisa apontou que 61,2% dos entrevistados têm a intenção de comprar produtos entre os meses de outubro e dezembro, acima dos 56,2% apurados de julho a setembro. O porcentual referente ao quarto trimestre deste ano é ainda maior quando comparado com o registrado em iguais meses de 2006, quando 36,8% afirmaram a intenção de realizar compras no fim do ano passado. O coordenador-geral do programa, Cláudio Felisoni, destacou que o aumento nos índices de intenção de compra está alinhado com o crescimento de vendas registrado no varejo, impulsionado pela alta do crédito.Entre os itens listados como candidatos às compras, estão os produtos do segmento de telefonia, com 11,8% da preferência; os de linha branca(10,2%); informática (8,8%) e eletroeletrônicos (8,8%). Como muitos desses produtos têm componentes importados, o patamar baixo do dólar tende a estimular as compras nessas categorias.                                                                          Gastos    Também há expectativa de gastos maiores. No segmento de linha branca, por exemplo, foi registrado crescimento de 32,3% no valor estimado para o gasto, passando de R$ 745,88, apurados no mesmo período de 2006, para R$ 986,47. Na área de cama, mesa e banho houve alta de 43,3%, de R$ 213,64 para R$ 306,08. Já no segmento de material de construção, a queda foi de 26,2%. A intenção de gastos passou de R$ 2.750,65 para R$ 2.030,90, em relação ao mesmo período anterior.Para o Provar, no entanto, o nível de endividamento do consumidor deve ser observado com um possível fator inibidor para a contração de novas dívidas.

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