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Consumidora pede parcelamento e juro zero

O parcelamento foi a alternativa encontrada pela fisioterapeuta Vanessa D?Oliveira para mobiliar o recém-comprado apartamento no bairro do Flamengo, na Zona Sul do Rio. Equacionando despesas com reformas, eletrodomésticos e móveis, ela diz que não teria condições de arcar com todos os gastos de uma só vez. Há um mês, deu início a uma busca pelos melhores preços e condições de financiamento. "Não tive dificuldades em encontrar parcelamento. Na loja onde comprei a cama, que custou R$ 2,3 mil, o financiamento foi feito em dez vezes sem juros", conta. Ela também negociou um parcelamento quando comprou a mesa de jantar. "Negociei com a loja e paguei a mesa em quatro vezes sem juros no cheque pré-datado", diz. "Sem dúvida, o parcelamento pesou na decisão. Se não houvesse esta alternativa teria optado, talvez, por uma mesa mais simples". Vanessa diz que costuma dar preferência a compras à vista, mas para aquisições de valor mais alto, a melhor opção ainda é o financiamento."Mas é importante que seja sem juros ou com juros bem baixos. Caso contrário, é melhor pensar duas vezes e esperar mais um pouco para comprar", diz. "É fácil perceber a necessidade de o comércio em vender. Quando se entra em uma loja com a intenção de compra, o lojista faz de tudo para concretizar o negócio. Parcelar faz parte da negociação", opina Vanessa.

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