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Consumidores avaliam que o material escolar está pelo menos 15% mais caro

Como estratégia para driblar as altas, 42% dos consumidores pesquisados afirmam usar aplicativos para encontrar os melhores negócios

O Estado de S.Paulo

31 de janeiro de 2017 | 16h06

SÃO PAULO - Pesquisa da plataforma digital mobile de varejo AondeConvem mostra que o material escolar está entre 15 e 20% mais caros para 70% dos entrevistados. Entre os 14 mil consumidores do aplicativo, cerca de 28% notou um aumento de pelo menos 10% durante suas pesquisas de preço.

Os itens que mais subiram de preço, segundo os entrevistados, foram as mochilas e as lancheiras (36%) seguidas de cadernos, canetas e lápis (29%) e livros (25%).  

Outro levantamento, feito pelo Procon-SP, revelou diferença de até 457,14% para o lápis preto Natarja HB nº 2 fabricado pela CIS/Sertic, que custa R$ 0,35 em um estabelecimento e R$ 1,95 em outro. A maior diferença encontrada foi de 600%, em Ribeirão Preto, na régua plástica de 30 cm da Tridentet, que custa R$ 2,00 em um estabelecimento e R$ 14,00 em outro.

Entre os consumidores entrevistados, 60% pretende gastar menos de R$200 com as compras de voltas às aulas, enquanto cerca de 27% planeja um orçamento entre R$200 e R$400. Apenas 6% estão dedicando entre R$ 400 e R$ 600 para material escoalr e 5% mais que R$ 600.

Como estratégia para driblar a alta, 42% dos consumidores pesquisados afirmam usar aplicativos para encontrar os melhores preços e 49% utiliza a tradicional visita às lojas físicas. 

O Procon-SP aconselha antes de sair às compras, verificar quais os itens que restaram do período letivo anterior e avaliar a possibilidade de reuso, além de pesquisar preços em diferentes estabelecimentos.

 

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