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Consumo de combustíveis cai 1,7% em janeiro no País

O consumo de combustíveis no Brasil caiu 1,7% em janeiro deste ano sobre o ano passado, informou hoje a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Em 2008, o consumo de combustível encerrou o ano 8,4% acima de 2007. Segundo o superintendente da reguladora, Edison Silva, os dados de janeiro foram divulgados com atraso de mais de 30 dias por conta de uma distribuidora que demorou a entregar seus números. Na próxima semana já devem sair os dados de fevereiro, que, segundo ele, repetem o desempenho negativo de janeiro. "Se fecharmos o ano empatados com o ano passado já me dou por satisfeito", disse, negando-se a fazer projeção para os próximos meses.

KELLY LIMA, Agencia Estado

19 de março de 2009 | 17h22

Ele atribuiu a queda totalmente à crise financeira, que já vinha derrubando o consumo - especialmente de diesel - nos últimos três meses de 2008. "Certamente é a crise. E (o consumo) só melhora se ela melhorar", disse após participar de evento promovido pelo Sindicato Nacional das Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) hoje no Rio.

De acordo com a ANP, o consumo de diesel caiu 7,2% em janeiro deste ano, para 3,124 bilhões de litros. Em janeiro do ano passado, o consumo deste combustível havia subido 10,4% sobre o primeiro mês em 2007. O pico de consumo de diesel no país foi em outubro de 2008, quando chegou a 4,134 bilhões de litros, 22,8% acima do mesmo mês no ano anterior.

Comparando janeiro com o primeiro mês de 2008 também foram registradas quedas no consumo de gasolina (-1,2%); querosene de aviação (-1,1%); e gás liquefeito de petróleo, conhecido como gás de cozinha (-1,1%). Apenas o consumo de álcool registrou crescimento, de 26,4%, por conta tanto do aumento da frota de carros bicombustíveis quanto da redução no comércio clandestino do álcool.

Em relação ao gás liquefeito de petróleo (GLP), o presidente do Sindigás, Sérgio Bandeira de Mello, afirmou que se for considerado apenas o consumo de GLP na área industrial a queda foi de 20%. O setor industrial, no entanto, não tem forte impacto sobre o segmento de GLP, já que sua fatia corresponde a apenas 10% do total comercializado no País.

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