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Consumo de energia em maio foi o maior do ano: 32.501 GWh

O consumo de energia no Brasilsubiu 3 por cento em maio contra igual período do ano passado,atingindo 32.501 gigawatts-hora, o maior volume de energiaconsumido em um mês este ano, contrariando a tendênciasazonal. No ano, o país acumula alta de 3,1 por cento no consumo enos últimos 12 meses o incremento foi de 4,8 por cento. O recorde de consumo em maio foi explicado pela Empresa dePesquisa Energética (EPE) como reflexo de mudanças noscalendários das concessionárias para o faturamento dos seusclientes de baixa tensão, jogando para maio faturas quedeveriam ter sido feitas em abril. O setor residencial foi o que mais cresceu no mês passado,com alta de 4,9 por cento em relação a maio de 2007, seguido docomercial, coma alta de 4,4 por cento. O consumo de energiapela indústria apresentou aumento de 2,4 por cento, enquantooutros segmentos, que incluem o setor rural, tiveram queda de0,2 por cento. O consumo de energia residencial da região Centro-Oeste foio que apresentou maior variação frente ao mesmo mês do anoanterior, de 7,4 por cento, explicado pela EPE também comoresultado da mudança de calendário das contas de luz poralgumas distribuidoras. Por outro lado, na região Sul a queda no consumo foi de 1,4por cento nas residências em maio. O consumo da indústria naregião subiu 4,6 por cento. Tanto a região Nordeste como a Sudeste apresentaram quedade consumo no item "outros", que engloba os produtores rurais,de 1,6 e 1,3, respectivamente. O setor industrial teve alta em todas as regiões, comdestaque positivo para a região Nordeste, de 6,1 por cento, ecom menor consumo na região Sudeste, onde está concentrado oparque industrial brasileiro, mas que em maio consumiu apenasmais 0,9 por cento do que há um ano. "Todos os estados do Sudeste registraram baixo crescimentoem maio. Neste caso, ressalta-se o aumento na cogeração degrandes indústrias, demandando menor quantidade de energiaelétrica da rede", explicou a EPE. Já o setor comercial teve seu maior consumo registrado noSudeste, de 5,4 por cento, e o mais baixo no Sul, de 0,8 porcento. No Nordeste, a alta foi de 5,1 por cento, no Norte de3,3 por cento e no Centro-Oeste de 4,3 por cento. (Reportagem de Denise Luna)

REUTERS

26 de junho de 2008 | 17h32

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