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Conta de luz continua com tarifa mais cara no mês de setembro

Com a bandeira vermelha no patamar dois, a tarifa continuará com um adicional de R$ 5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos

Luciana Collet, O Estado de S.Paulo

31 Agosto 2018 | 18h39

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira, 31, que as contas de luz vão continuar com a bandeira vermelha em seu segundo patamar no mês de setembro. Com a bandeira vermelha no patamar dois, no mês que vem, a tarifa continua com um adicional de R$ 5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. É o quarto mês consecutivo em que a bandeira vermelha em seu segundo patamar vigora.

De janeiro a abril, vigorou a bandeira verde, que não tem custo adicional. Em maio, foi adotada a bandeira amarela, que adicionava R$ 1,00 a cada 100 kWh consumidos.

Conforme salientou a agência reguladora, a bandeira continua em seu patamar mais elevado em razão da falta de chuvas. No momento, o País enfrenta condições hidrológicas desfavoráveis, com redução no nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN).

O sistema de bandeiras tarifárias leva em consideração o nível dos reservatórios das hidrelétricas e o preço da energia no mercado à vista. Na bandeira verde, não há cobrança de taxa extra. Na bandeira amarela, a taxa extra é de R$ 1,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. No primeiro patamar da bandeira vermelha, o adicional é de R$ 3,00 a cada 100 kWh. E no segundo patamar da bandeira vermelha, a cobrança é de R$ 5,00 a cada 100 kWh.

O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo da energia gerada e tem o objetivo de possibilitar aos consumidores o uso consciente de energia elétrica. Antes das bandeiras, o custo da energia era repassado às tarifas uma vez por ano, no reajuste anual de cada empresa, e tinha a incidência da taxa básica de juros, a Selic. Agora, esse custo é cobrado mensalmente e permite ao consumidor adaptar seu consumo e evitar sustos na conta de luz.

 

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