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Contra crise, Lula defende reforma do FMI e conclusão de Doha

Para presidente, a conclusão das negociações da rodada será mensagem de estímulo aos agentes econômicos

Leonencio Nossa, da Agência Estado,

25 de novembro de 2008 | 14h34

O presidenteLuiz Inácio Lula da Silva voltou a defender nesta terça-feira, 25, uma reformulação "urgente" no Fundo Monetário Internacional (FMI) e no Banco Mundial para enfrentar a crise internacional e convidou os empresários de Cingapura para apostarem no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O presidente voltou a defender ainda a conclusão da rodada Doha. Para o presidente, a conclusão das negociações será uma mensagem de estímulo aos agentes econômicos, em um momento de "turbulência e incerteza". Veja também:Fed anuncia pacote de US$ 800 bilhões; valores irão para crédito e hipotecasPIB dos EUA encolhe 0,5% no 3º trimestreDe olho nos sintomas da crise econômica  Lições de 29Como o mundo reage à crise  Dicionário da crise  Em discurso no brinde de recepção ao primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien Loong, Lula disse que o estímulo ao comércio e aos acordos entre os países é uma forma de combater a crise financeira. "Ao estimular o comércio e investimentos bilaterais geramos novos negócios, renda e emprego", afirmou o presidente. "Protegemos a economia real de um contágio maior", acrescentou. Lula disse que as trocas comerciais entre Brasil e Cingapura devem superar este ano a marca de US$ 3 bilhões e que nos últimos cinco anos essas trocas cresceram 230%. O presidente lembrou que empresas como a Embraer já atuam no país asiático. "Queremos multiplicar o potencial de nossa parceria por meio de projetos de cooperação em campos estratégicos", afirmou. Lula voltou a defender a conclusão da rodada Doha. Para o presidente, a conclusão das negociações será uma mensagem de estímulo aos agentes econômicos, em um momento de "turbulência e incerteza". Já o primeiro-ministro de Cingapura declarou-se impressionado com a "economia dinâmica" de São Paulo, cidade que visitou. "O Brasil seguirá crescendo devido a esse dinamismo", afirmou, em seu discurso, no Palácio do Itamaraty. Erle também disse esperar que Cingapura e os países do Mercosul fechem um acordo de livre comércio.

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