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Contrabando na fronteira com o Brasil prejudica abastecimento na Bolívia, diz jornal

O Brasil voltou a ser manchete em jornal diário da Bolívia nesta quinta-feira. Segundo o diário El Deber, de Santa Cruz de La Sierra, há um crescente contrabando de gasolina e diesel na fronteira entre os dois países, que está prejudicando o abastecimento de cidades bolivianas nas redondezas desta região. Segundo a reportagem, baseada uma entrevista de autoridade da Aduana Boliviana, mais de 200 carros por dia, sendo 90% com placas estrangeiras, "abastecem-se com carburantes, levam-nos ao Brasil e voltam a entrar no território nacional para reabastecer, sem que haja qualquer medida da Alfândega Nacional ou das Forças Armadas". Na Bolívia, por serem subsidiados pelo governo, a gasolina e o diesel saem bem mais baratos do que no Brasil, algo em torno de R$ 1 pelo litro. A reportagem também se baseia em entrevista de caminhoneiros locais, que reclamam não encontrar mais combustível disponível a partir do meio-dia, diariamente. Entretanto, segundo eles, brasileiros continuariam comprando o produto por um valor mais alto (R$ 1,50 mais ou menos) ao longo do dia. Segundo o jornal, a Aduana Boliviana denuncia a falta de apoio tanto das entidades locais, quanto brasileiras, para combater o contrabando. A idéia das autoridades aduaneiras, diz o jornal, é que os postos de combustíveis passem a vender no máximo 20 litros para cada veículo com placa estrangeira. Hoje, os próprios veículos que abastecem, também levam galões extras para transportar o combustível.

Agencia Estado,

05 de outubro de 2006 | 15h49

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